No auge do caminho marcial, ele caminha sozinho pelo mundo. Em batalhas no domínio divino, um cubo mágico cai ao mundo dos mortais, sendo encontrado por um jovem determinado a aprimorar suas habilidades marciais. Nesta terra repleta de gênios, ele não é um prodígio, mas é aquele que, repetidas vezes, põe fim aos mitos dos próprios gênios. Num continente onde mestres profissionais são raros como pérolas, ele reúne conhecimentos de todas as artes e alcança o ápice. Mestre em alquimia? Artesão supremo de armas? Especialista em inscrições? Mestre em formações? Todas essas profissões já estão ultrapassadas; a verdadeira profissão poderosa é aquela que nunca existiu neste continente, uma ocupação que só ele compreende.
Na vasta planície de gelo, o vento e a neve se entrelaçam, cobrindo tudo com uma bruma gélida. Incontáveis fragmentos de gelo são lançados pelo vento cortante, chocando-se no ar, a frieza penetrando até os ossos, como se quisesse congelar a própria alma dos que ousam atravessar este lugar.
Este é o Reino da Neve Caída, um dos muitos mundos do Domínio Divino, onde a neve nunca cessa e cada gota de água se transforma em gelo.
Sobre a desolada extensão de gelo, em determinado momento, dezenas de pequenos grãos de gelo parecem ser atraídos por uma força invisível, girando até se fundirem, expandindo-se gradualmente em um vórtice. No centro desse vórtice, surge repentinamente um véu de luz prateada, semelhante ao mercúrio, e dele emerge uma mulher vestida em delicada seda azul-marinha.
A mulher possui uma silhueta graciosa, cabelos negros caindo como uma cascata, emanando uma aura de pureza e santidade, tal qual uma flor de lótus cristalina que desabrocha sobre a imaculada planície de neve. Contudo, seu rosto está pálido, com um fio de sangue no canto dos lábios, maculando sua aura etérea.
O véu de luz desvanece, e a mulher expira sangue, sua energia se esvaindo ainda mais.
—Irmã!—
Uma voz clara e feminina ecoa do vazio. Um globo de luz branca salta do corpo da mulher, condensando-se na forma de uma jovem. —Irmã, você está bem?—
—Estou.— A mulher de azul faz um gesto de desprezo. Gravemente ferida, ela forçou a ruptura do espaço, atravessando grandes distâncias para chegar a outro mundo do Domínio Divino, agravando ainda mais suas