Escultor: Eu Crio a Cena Perfeita da Morte

Escultor: Eu Crio a Cena Perfeita da Morte

Autor: Pequeno Buda Ksitigarbha

Shen Chaoge era um escultor. Era um trabalho artesanal. Diferente dos escultores tradicionais, o que ele esculpia estava cheio de estranheza... Algumas pessoas morreram de susto em plena luz do dia; algumas se afogaram vivas dentro de uma casa seca; algumas congelaram até a morte no calor do verão; algumas arderam até morrer sob uma chuva torrencial... Eu sou um escultor, e também um “demônio” que anda entre os homens... Eu adiciono sal à morte... Parecia haver alguém sussurrando em voz baixa. Estou preparando o próximo cenário de morte. Oh, pecador de tão pesados delitos, o próximo será você?... As pessoas têm dois lados: um é leal, o outro é vil. E você, que está lendo, qual desses lados é? Esta é uma pequena história “cheia de amor” sobre um “demônio” ajudando os “Quatro Reis Celestiais” a solucionar casos....

Escultor: Eu Crio a Cena Perfeita da Morte

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Capítulo 1: A estranha cena do crime

Mundo paralelo.

Cidade de Jiangnan.

Distrito da Paz.

Nove e meia da manhã...

Departamento de Polícia de Jiangnan.

— O quê?

— O presidente do Grupo Youfa morreu no próprio quarto?

Ao receber a chamada de emergência, a polícia agiu imediatamente.

O Grupo Youfa tinha um valor de mercado de quase dez bilhões; não se tratava de um homem qualquer.

Com o som das sirenes, uma grande quantidade de agentes chegou ao Residencial Dijing.

Era uma área nobre muito conhecida na Cidade de Jiangnan, composta inteiramente por mansões.

Mansão 404.

— Isolem o local imediatamente!

— Quem fez a denúncia, preparem a oitiva sem demora!

Um jovem dava ordens com firmeza e rapidez. Os policiais esticaram de pronto a fita de contenção, cercando toda a mansão.

No escritório.

O jovem, com olhar de águia, fitava a empregada à sua frente.

— Quando descobriu o morto?

O rosto de Wang Hong ainda mostrava medo, e sua voz saía trêmula:

— Hoje... hoje de manhã.

— Eu... eu... eu ia chamar o senhor para descer e tomar café.

— Quando cheguei à porta do quarto do senhor, vi que o chão estava todo molhado. Então abri a porta e vi o senhor...

Wang Hong esforçava-se para recordar, mas o terror em seu rosto só aumentava, como se tivesse presenciado algo inimaginável.

— Quando entrei, a cama estava encharcada. O senhor Chen se debateu duas vezes e depois ficou imóvel. Eu chamei por ele, mas ele não respondia. Fiquei com medo... então desci e peguei o telefone para chamar a polícia.

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